Arquivo de junho, 2013

IMG_2172A Cooperativa Agroindustrial de Corumbataí do Sul (Coaprocor) assinou nesta quinta-feira (27) um financiamento no valor de R$ 1 milhão com o Banco Regional de Desenvolvimento Econômico (BRDE). A parceria foi viabilizada graças ao apoio do deputado estadual Douglas Fabrício (MD), que esteve presente no evento, realizado na Câmara de Vereadores.

No evento, que contou com a presença do vice-presidente do BRDE, Jorge Gomes Rosa, também compareceram o prefeito de Corumbataí do Sul, Carlos Caixão, o prefeito de Barbosa Ferraz, Gilson Cassol, o presidente da Acamdoze, vereador Silvio Sanches, o presidente da Coaprocor, Gerson Rodrigues da Cruz, o presidente da Aprocor, Olavo Aparecido Luciano, além de associados da cooperativa.

Ao assinar o contrato, o presidente da Coaprocor explicou que o dinheiro será utilizado para investimentos na compra de equipamentos para  modernização do processo industrial. “Só tenho a agradecer ao deputado Douglas que muito nos auxiliou para viabilizar esse investimento que será de grande importância para nossa cooperativa”, disse Cruz, ao lembrar que a carência do financiamento é de dois anos com os juros mais baixos do mercado.

O presidente do BRDE enfatizou que é uma obrigação e missão do banco atender a cooperativa formada por pequenos produtores da agroindústria familiar, viabilizando um projeto conforme a necessidade e potencialidades da região.  “É uma satisfação muito grande poder contribuir para o sucesso dessa cooperativa que torna viável a pequena propriedade e agora nessa parceria com o BRDE”, destacou o deputado Douglas.

A Coaprocor conta com mais de 800 associados produtores de frutas e está presente em 20 municípios. Entre os clientes está o próprio governo do Estado, que compra os produtos para a merenda escolar.

(Da Assessoria Deputado Douglas Fabrício)

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cassol_faceO prefeito Gilson Cassol está em Curitiba, novamente. Por sua página pessoal no Facebook querem demonstrar que o próprio prefeito escreveu o texto acima, em primeira pessoa.

Mas a rede social já denuncia: o texto foi postado de Barbosa Ferraz, distante 500 km de onde o prefeito se encontra agora. Avesso ao microfone, Cassol também não é muito familiarizado com as redes sociais. O trabalho é feito por alguém que lhe presta assessoria.

Mas, de tudo isso, já há avanços: pelo menos agora sabemos com detalhes os passos do prefeito pela capital, com muito gerundio.

O Jornal do Interior News havia solicitado à prefeitura de Corumbataí do Sul a prestação de contas dos gastos públicos e valores arrecadados com patrocínios para a realização do aniversário da cidade. O pedido, feito em 3 de junho, ainda não foi atendido.

Entre as informações solicitadas estão o detalhamento das licitações ou similares para contratação de infraestrutura, bandas e músicos, apoio, utensílios, segurança, entre outros. Também solicitamos informações referentes a arrecadação com a venda de convites do prato típico Cabrito Apressado, locação de espaços para barracas, expositores, entre outros e qualquer outro tipo de receita gerada com a realização das festividades e a lista dos patrocinadores do evento.

Aguardamos a sensibilidade do setor responsável pelas informações pois até mesmo a Associação de Servidores já prestou contas aos seus associados. Menos a prefeitura.

Companheiro

Publicado: 26 junho 2013 em Barbosa Ferraz, Região

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Essa deu no Boca Santa:

Aconteceu no fim de semana, em Umuarama, a festa beneficente de aniversário do deputado Zeca Dirceu. Pelo menos oito prefeitos da região estiveram por lá. E quatro deles fizeram questão de posar para um cliquezinho ao lado do pai do deputado, o ex-ministro Zé Dirceu, um dos condenados no caso do mensalão. Aparecem acima Reinaldo Krachinski (Quarto Centenário), Gilson Cassol (Barbosa Ferraz), Lola Poera (Janiópolis) e Fabiano Antoniassi (Araruna). Ah, o pai do aniversariante é famoso, uai!…

O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça da comarca de Marmeleiro, expediu, nesta semana, Recomendação Administrativa ao Município para que a Administração Pública Municipal não utilize, em proveito próprio ou alheio, para obras ou serviços provados, todo e qualquer maquinário que pertença ao Município.

Segundo o promotor de Justiça Rafael Dopico da Silva, autor do documento, chegou à Promotoria, por meio de denúncia anônima, com fotos e filmagens, que serviços de aterro, transporte de terras, de pedras, mudanças e outros serviços estariam sendo “prestados diretamente pela Prefeitura Municipal de Marmeleiro, com a utilização de maquinário público, sem qualquer tipo de contraprestação”, para benefício de determinadas pessoas.

Caso a Recomendação não seja atendida, o Ministério Público do Paraná deverá tomar todas as medidas legais necessárias à sua implementação, inclusive a responsabilização, por ato de improbidade administrativa, do “agente público faltoso”.

Quem acessa hoje o site da prefeitura de Corumbataí do Sul já encontra o link para o portal da transparência, nos mesmos moldes apresentados pelas prefeituras de Fênix e Barbosa Ferraz. O único problema é que a página ainda não está disponível. Tudo leva a crer que nos próximos dias já esteja no ar.

1017360_483045608436639_377071674_nA reportagem é de Ana Carla Poliseli, no iTribuna:

Fazer com que um processo tenha andamento nas comarcas de Barbosa Ferraz e Campina da Lagoa é uma tarefa mais complicada do que qualquer advogado sozinho pode assumir. O problema é que nestas comarcas não há juízes efetivos e os substitutos algumas vezes ficam por apenas um ou dois meses, emperrando todos os processos que não são considerados urgentes. Para tentar pressionar o tribunal a solucionar esse problema que se repete em várias comarcas, a subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/CM) lançou ontem a campanha ‘Juízes Já’.
O principal problema enfrentado pelos advogados é que muitas vezes a prioridade é dada a casos criminais e medidas cautelares, deixando os demais processos como, por exemplo, causas cíveis, trabalhistas e de família para depois. Em Barbosa Ferraz, os advogados explicam que existem processos há mais de um ano parados. “É muito complicado um cliente ir ao escritório e perguntar em que fase está sua ação e depois de seis meses voltar e termos de explicar que continua do mesmo jeito por falta de juízes”, destacou Renato Fernandes Silva Junior, presidente da Subseção de Campo Mourão da OAB.

Confira aqui, na íntegra