Arquivo da categoria ‘Brasil’

Opinião no CQC

Publicado: 26 maio 2014 em Brasil

Frase de Marcelo Tass no CQC:
– Onde tem um prefeito pilantra, tem uma parte da mídia que ele controla (veja aqui).
Felizmente estes casos não acontecem no Paraná. Aqui não há prefeitos pilantras e a mídia não se deixa ser controlada. Não é mesmo…
Akino Maringá, colaborador

Via Blog do Rigon

Anúncios

semana_santaA foto que lotou o Facebook hoje é esta. Até a publicação desta nota, mais de 20 mil compartilhamentos. A foto foi postada pela cantora e evangelizadora Jake Trevisan e não traz nenhuma informação de onde e quem a tirou. Como caiu na rede, algumas pessoas tem copiado a imagem e postado no próprio Facebook, naquele famoso e conhecido estilo Ctrl-C + Ctrl-V. A publicação da imagem também disparou opiniões divergentes: uns acham didático ensinar através da arte, do teatro. Outros definiram a imagem como exagero. E você, caro leitor, o que achou? Deixe também o seu comentário!

00rs0406ars1-632x419Via Diário do Poder

jmj-2013Jovens de Barbosa Ferraz e da região estão no Rio de Janeiro participando da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) com a presença do Papa Francisco. Na foto estão Gabriel Mendonça Junior, Santiago Carlet, Ian Alon, Robson Bergamini e Fernando Luciano da Silva.

exameO bom desempenho do agronegócio em 2012 coloca a Coamo Agroindustrial Cooperativa como a 20ª maior empresa com capital 100% nacional e na 59ª posição entre as mil maiores e melhores empresas do país, somando-se todas as companhias estatais, multinacionais e privadas. O resultado tem como base o ranking da revista Exame – edição Melhores e Maiores 2013- que está circulando este mês na sua 40ªedição.

Segundo o anuário da Exame, as receitas da Coamo com vendas totalizaram R$ 6.939,4 bilhões e um crescimento de 15,1% em relação aos números de 2011.  A cooperativa também tem posição de destaque na área de exportação. Nesse setor, onde estão entre os primeiros colocados empresas como Vale, Petrobrás, Embraer e Volkswagem, a Coamo é a 22ª maior exportadora do Brasil com montante de US$ 1,093,5 milhões em 2012.

No Paraná, a Coamo é a terceira maior empresa na classificação geral, e destaca-se como sendo a primeira empresa privada paranaense, ficando atrás somente das multinacionais Vivo (8º lugar, capital espanhol) e Renault (42º, capital francês). No critério “liquidez corrente”, a Coamo é a 1ª colocada. Na região Sul, a cooperativa ocupa a 5ª posição computando-se todas as empresas e no agronegócio brasileiro os bons resultados consolidados em 2012 fizeram com que a Coamo melhorasse a sua colocação no ranking, passando da 11ª para a 9ª maior empresa no setor.
(mais…)

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, determinou ontem (8) a abertura de investigação policial relativa às atividades da empresa TelexFree no país. O órgão informa que vem apurando denúncias sobre a empresa desde janeiro, por meio da Secretaria Nacional do Consumidor.

A suspeita é de explorar o sistema comercial conhecido como pirâmide financeira, proibido no Brasil. O modelo se mantém por meio do recrutamento progressivo de pessoas, até chegar a níveis que tornam o retorno financeiro insustentável. Estima-se que a Telexfree tenha arregimentado pelo menos 1 milhão de pessoas no Brasil.

O Ministério da Justiça informa que já havia pedido ajuda para apurar o caso, como à Comissão de Valores Mobiliários, ao Banco Central, à Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda e ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica. Esses órgãos apontaram indícios de crime contra a economia popular, esquema de pirâmide financeira e evasão de divisas.

No mês passado, o Departamento de Defesa do Consumidor abriu processo administrativo envolvendo a TelexFree por indícios de formação de pirâmide financeira e ofensa ao Código de Defesa do Consumidor.

Também nesta segunda-feira, o Tribunal de Justiça do Acre manteve a decisão que suspendeu as atividades da TelexFree. De acordo com entendimento da 2ª Câmara Cível, a empresa não pode fazer novos cadastros de divulgadores e está impedida de pagar aos apoiadores já cadastrados. A decisão vale até o julgamento final do caso, sob pena de multa diária de R$ 500 mil.

A defesa da empresa tentou, sem sucesso, reverter entendimento individual do relator do caso, desembargador Samoel Evangelista. De acordo com o voto do magistrado, apoiado hoje por unanimidade, os advogados da TelexFree não apresentaram fundamentos legais para suspender os efeitos da decisão de primeira instância. Agora, o tribunal acriano agora vai analisar mérito do caso.

A decisão de suspender as atividades da empresa resultaram em uma série de reclamações em órgãos como o Conselho Nacional de Justiça e o Superior Tribunal de Justiça. Ambos divulgaram nota alegando que não é possível interferir em processo judicial em curso.

Com informações da Agência Brasil

Os termos “autos de resistência” e “resistência seguida de morte” poderão desaparecer dos boletins policiais. Hoje (28), o Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH), da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) aprovou resolução que recomenda o não uso dos termos. Eles são citados nos casos em que os policiais entram em confronto com suspeitos que acabam feridos ou mortos.

Em geral, os processos que falam em resistência evitam a prisão em flagrante do policial envolvido e posteriormente são arquivados. De acordo com a ministra Maria do Rosário, esses termos vêm acobertando situações de violência e extermínio.

Débora Maria, coordenadora do movimento Mães de Maio, diz que os termos são “carta branca para [o policial] matar”. Ela ressalta que em diversas situações, na exumação do corpo é possível encontrar sinais de que a vítima se defendeu com as mãos, ou estava com as mãos na cabeça, em posições que não são de ataque. “Esses termos são usados para camuflar a execução sumária”, disse.

A resolução prevê a substituição dos termos “autos de resistência” e “resistência seguida de morte” por “lesão corporal decorrente de intervenção policial” ou “morte decorrente de intervenção policial”, e determina que os casos devem ser investigados pela Delegacia de Crimes contra a Pessoa ou por uma delegacia com atribuição semelhante. Os novos termos ainda passarão por uma avaliação do CDDPH.

A resolução acentua os dispositivos do Código de Processo Penal como o que determina perícia técnica especializada imediata em todos os equipamentos envolvidos em ação policial com resultado de morte, assim como a preservação da cena do crime. O documento, no entanto, é uma recomendação para a atuação dos estados e não tem força de lei.

Raquel Chiarelli, representando a Associação dos Juízes Federais do Brasil, alertou para que a resolução não vire apenas “uma carta de recomendação”, e que haja punição para o delegado que arquivar um processo com alegação de resistência. “Todo inquérito policial deve ter perícia”, ressaltou.